A relação entre a Lei e a Graça

No rol das coisas que causam uma certa confusão na cabeça de muitos cristãos, está a relação entre a Lei e a Graça. Basicamente, encontramos dois grupos opostos: Os que buscam praticar a lei com total dedicação e aqueles que a ignoram totalmente acreditando que a Graça elimina qualquer traço de importância ou ensino que podemos ter com a primeira. Então, qual das duas é a correta?
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A necessidade da tribulação: Expectativa e Esperança

Já parou para contar quantas mensagens motivacionais vemos todos os dias em nossas redes sociais? Aquelas frases feitas que tem o único objetivo de massagear o ego e contribuir para sentimento de que somos mais importantes e iluminados que os outros. Esse tipo de conteúdo é muito popular por ser de fácil acesso, mas também de ótima aceitação. Afinal, quem não quer ouvir/ler que é mais especial que pessoas de contexto social semelhante? Mas, qual o resultado disso? Será que esse tipo de conteúdo não contribui para o isolamento em bolhas sociais, nos tornando alvos extremamente frágeis para os espinhos que a vida possui? É sobre o que vamos discorrer nesse texto.

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Aborto: liberdade ou assassinato?

“O aborto não é uma opção, é um filho”
June Hunt

“Acho que o inimigo número um da paz é o aborto, porque é uma guerra contra a criança, uma matança direta de crianças inocentes perpetrado pela mesma mãe. E se nós aceitamos que uma mãe pode matar seu próprio filho, como podemos pedir a outras pessoas para não matar um ao outro? … Através do aborto, a mãe não aprende a amar, mas mata seu próprio filho para resolver seus problemas … Qualquer país que aceite o aborto não está ensinando o seu povo a amar, mas a usar a violência para conseguir o que deseja. Portanto, o pior inimigo do amor e da paz é o aborto. “

Madre Teresa de Calcutá

O que é o aborto?

O Dicionário Oxford afirma que o aborto é “promover um nascimento prematuro, a fim de destruir um feto.” A palavra aborto é um termo abrangente que se refere a vários métodos que são utilizados para matar um feto humano. O vocábulo em si é formado pela junção das palavras ab (privação) e ortus (nascimento), significando assim, a privação do nascimento. Na prática, é a morte premeditada do bebê ainda em desenvolvimento.

Métodos abortivos

ATENÇÃO: A descrição de alguns métodos abaixo podem ser fortes para pessoas sensíveis. Se você julgar que não tem condições de ler, avance para o próximo tópico, mais abaixo no texto.

Segundo a antropologia – ciência que tem como objetivo estudar a humanidade e o homem em sua totalidade – o aborto é praticado desde a antiguidade. Seja por meio da ingestão de ervas abortivas, pressão na barriga da gestante, ou objetos perfurantes inseridos na vagina das mulheres para eliminar a criança. Atualmente, existem diversos métodos que são/foram utilizados para a prática. Abaixo listo alguns dos mais populares:

Pílula do aborto francês: é um produto químico que é tomado no primeiro trimestre, entre a quarta e a nona semana de gravidez. A fórmula para o RU-486 é um esteroide sintético que destrói o hormônio progesterona, necessário para sustentar a vida no útero. O bebê morre de fome quando a camada de alimentação se desintegra. A mãe toma a droga duas vezes no prazo de dez dias. Ele está gravemente doente e o resultado (nem sempre) é a expulsão do bebê morto.

Vácuo de sucção de aspiração: é uma cirurgia que é realizada no primeiro trimestre de gravidez. O útero e se abre, essa abertura é aproximadamente do tamanho de um lápis com um tubo oco (cânula) que está ligado a um dispositivo de sucção. O vácuo é tão poderoso que no início da gravidez o bebê é desmembrado sugado imediatamente para fora. Este é o procedimento mais comum para realizar abortos.

Dilatação e curetagem: é a cirurgia feita na primeira parte do segundo trimestre, entre as décima-terceira e décima–quarta semanas. O útero é aberto e uma faca circular (carelle) é inserida. O médico usa a faca para cortar o bebê e a placenta em pedaços e raspar as paredes uterinas. As partes são em seguida, removidas uma por uma.

Dilatação e evacuação: é uma cirurgia que é realizada no segundo ou no terceiro trimestre da gravidez. É a dilatação do canal vaginal (expansão) pelo qual são introduzidas enormes pinças para desmembrar o crânio do bebê. O corpo é, então, cortado em pedaços e removidos um por um. Uma alternativa a este método é sugar o cérebro do bebê, de modo que sua cabeça entra em colapso ou explode o seu coração.

Solução salina “Salar” ou “sal veneno”: um produto químico é injetado no segundo ou terceiro trimestre de gravidez. O médico insere uma agulha através do abdômen da mãe para sugar o líquido amniótico que envolve o bebê. Retirar o equivalente a um copo e substitui-lo com uma solução salina mortal. O bebê recebe a solução venenosa e morre dentro de duas horas. Morre sufocado com derrames e convulsões. O sal queima a pele delicada do bebê. A mãe foi dada uma droga (ocitocina) que faz com que trabalho. Através deste processo, os órgãos e tecidos queimar o bebê eo bebê está morto ou morrendo. Entretanto, na maioria das clínicas este procedimento não é mais utilizado.

Prostaglandina: é a injeção de um produto químico no segundo ou terceiro trimestre. Este método é semelhante ao sal, exceto que a pele do bebê não queima. O corpo da mulher produz naturalmente prostaglandina, o que ajuda no processo de nascimento. A mãe recebe uma dose de prostaglandina artificial para estimular a contração do útero e expulsar o bebê, independentemente do tamanho. Este método pode resultar em nascimentos vivos, mas independente disso, são deixados para morrer. Este método não é mais usado na maioria das clínicas.

Dilatação de nascimento parcial e extração “D & E”: é uma cirurgia que é realizada no segundo ou terceiro trimestre, após 20 semanas de gravidez, geralmente entre seis e nove meses de gestação. O bebê é puxado com uma pinça e é forçado a entrar no canal do parto para nascer. Todo o corpo do bebê é removido, exceto a cabeça. Tesouras são inseridas na cabeça do bebê e é feito um orifício suficientemente grande para sugar o cérebro por meio de um tubo de sucção, que faz com que o crânio entre em colapso. Uma vez sem corpo e agora sem cérebro, a criança morre.

Um discurso frequentemente usado pelos defensores do aborto é que este, é uma questão de saúde pública. Porém, como podemos considerar que práticas tão horrendas sejam vistas como práticas comuns de extermínio. O principal ponto em comum de todas essas práticas, é o sofrimento a qual a criança é exposta. Como podemos dizer que algo é seguro, quando há uma morte tão dolorosa no processo?

Quando começa a vida humana?

A vida humana começa na concepção. O fôlego de vida que é nos dado é soprado por Deus no momento da fecundação do óvulo. Na bíblia, podemos encontrar diversas afirmações a respeito da início da vida:

“Os teus olhos viram o meu corpo ainda informe; e no teu livro todas estas coisas foram escritas; as quais em continuação foram formadas, quando nem ainda uma delas havia.”
Salmos 139:16

“As tuas mãos me fizeram e me formaram completamente; contudo me consomes.”
Jó 10:8

“Visto que os seus dias estão determinados, contigo está o número dos seus meses; e tu lhe puseste limites, e não passará além deles.”
Jó 14:5

“Assim como não conheces o caminho do vento, tampouco como o espírito entra no corpo que se forma no ventre de uma mulher, do mesmo modo não podes compreender as obras de Deus, o Criador de tudo o que há!”
Eclesiastes 11:5

“Antes mesmo de te formar no ventre materno, Eu te escolhi; antes que viesses ao mundo, Eu te separei e te designei para a missão de profeta para as nações!”
Jeremias 1:5

A bíblia não é a única fonte que afirma o início da vida por meio da concepção. Biologia e medicina também são capazes de nos apresentar em detalhes como ocorre o desenvolvimento da criança nos nove meses. Citamos abaixo somente os processos até o terceiro mês (período no qual o aborto é praticado) para que o texto não ficasse muito longo.

Primeiro Mês
Logo após a fecundação de um óvulo desenvolvimento começa. Antes da implantação do zigoto no útero, é estabelecido o sexo do novo ser.
-No momento da fecundação, a nova vida é constituída por centenas de células e desenvolve um hormônio protetor para evitar que o corpo da mãe rejeite o bebê como um tecido estranho.
– A partir de 17 dias, nova vida já desenvolveu células sanguíneas. A placenta é parte dessa nova vida, e não a mãe.
-Aos 18 dias, os primeiros pulsos musculare são registados, que é o coração.
-Aos 19 dias, os olhos começam a se desenvolver.
-Aos 20 dias, já é formada na base do cérebro, medula espinhal e todo o sistema nervoso.
-Aos 21 dias, o coração começa a bater regularmente.
-Aos 28 dias, e ter formado 40 pares de músculos ao longo do tronco da nova vida. Inicia-se a formação dos braços e pernas.

Segundo mês

-Depois de 30 dias, o fluxo regular de sangue dentro do sistema vascular já é aparente; também começa o desenvolvimento de sistemas auditivos e olfativos.
-Aos 40 dias, o coração do bebê bate mais rápido do que o da mãe e tem quase 20% da energia do coração de um adulto.
-Aos 42 dias o esqueleto está completo
-Aos 43 dias, as ondas elétricas cerebrais são registrados. Esta é uma prova concreta de que o bebê já e capaz de desenvolver “raciocínio”. Pode-se considerar que o novo ser é uma pessoa que pensa.
-Aos 49 dias, o feto se parece com uma boneca em miniatura com os dedos das mãos e pés e ouvidos bem torneadas.
-A 56 dias, todos os seus órgãos e funções, estômago, fígado, rins e cérebro. Todos os sistemas são completos. Sendo novo e tem todas as partes físicas e só precisa crescer. O futuro desenvolvimento da nova vida é gradualmente refinado e aumentando seu tamanho até o vencimento, que termina em cerca de 23 anos de idade.

Terceiro Mês
-O bebê tem cerca de 5 cm e já possui impressões digitais.
– Nas nona e décima semanas, o novo ser já abriu os olhos, e retrai a língua. O contorno do seu rosto e corpo estão tomando a aparência de um bebê com características físicas perceptíveis.
-As décima-primeira e décima-segunda semanas, já move os braços e pernas e as unhas das mãos e pés aparecem. Além de chupar o dedo, o novo ser inala e expele o líquido amniótico.

Todo o processo que envolve o desenvolvimento do bebê, desde sua fecundação até o seu nascimento, evidenciam o caráter criativo de Deus, glorificando-O como O autor da vida em todos os detalhes.

“Assim diz o Senhor, teu Redentor, e que te formou desde o ventre: Eu sou o Senhor, que faz todas as coisas.”
Isaías 44:24

Como podemos considerar que um feto em desenvolvimento é um ser humano, uma pessoa?

O ser humano é definido como um membro da espécie homo sapiens . Cada ser humano tem o seu próprio código genético (DNA) que é único e que foi estabelecido no momento da concepção. O DNA fetal humano não é apenas diferente dos animais, aves e peixes, mas também é diferente do DNA da sua mãe. Isso dá à criança o reconhecimento como um indivíduo diferente e que possui características cognitivas inéditas às dos seus pais. A frase muito repetida por movimentos feministas e pró-aborto “meu corpo, minhas regras”, simplesmente não se sustenta quando analisamos todos os aspectos biológicos que definem o ser que nesse momento está em gestação. O geneticista Prof. Jerome Lejeune, MD, Ph.D., da Faculdade de Medicina da Universidade de Paris René Descartes afirma:
“Se um óvulo fecundado não é por si só um ser humano completo, nunca vai se tornar um homem, porque você teria que adicionar alguma coisa, e nós sabemos que não é assim.”
Mesmo em culturas pagãs havia o conhecimento de que o aborto era uma prática ruim, como evidenciado no “Juramento de Hipócrates”, que proíbe isso. Esse juramento está em vigor na civilização ocidental pelo menos desde 400 aC e diz, em seu segundo parágrafo:

“Aplicarei os regimes para o bem do doente segundo o meu poder e entendimento, nunca para causar dano ou mal a alguém. A ninguém darei por comprazer, nem remédio mortal nem um conselho que induza a perda. Do mesmo modo não darei a nenhuma mulher uma substância abortiva.”
Quando analisamos o aspecto do ser, do ponto de vista bíblico, é impossível não nos lembrarmos de João Batista, que na condição de feto, reconheceu a Cristo – ainda um embrião – como o Cordeiro que tira o pecado do mundo.

“Cristo foi adorado no ventre. Quando começa a vida não deveria ser um debate entre os cristãos.”
Josemar Bessa

Os dois principais argumentos usados pelos defensores do aborto

1. Redução do número de abortos
Se levarmos em consideração a lógica, obviamente o número de abortos clandestinos cai vertiginosamente, porque estes agora passam a ser contados como legais. Na prática o que ocorre é justamente o oposto. Tomemos dois exemplos, o de Portugal que é considerado um país de primeiro mundo e o nosso vizinho Uruguai, que apresenta um quadro social bem semelhante ao do Brasil.
Em Portugal, entre 1999 e 2006, ANTES DA LEGALIZAÇÃO, foram realizados aproximadamente 5.815 abortos. Só em 2007, quando foi legalizado, 4.325 abortos. E entre 2007 e 2015 foram realizados mais de 148 mil abortos. Na prática, uma média de 18.500 abortos por ano, sendo que entre 1999 e 2006, a média foi de 831! Fonte: https://t.co/38bMBc2r2J. No caso do Uruguai, realidade social social bem semelhante à brasileira, em um período similar (6 anos) o número de abortos cresceu 37%. Números relativamente mais discretos que os de Portugal, mas que nos ajudam a ter cenário real, no qual, a legalização não reduz a prática, apenas torna os número socialmente atrativos. Fonte.

2. Evitar as milhares de mortes ocasionados por abortos clandestinos
Os movimentos pró-aborto, dizem que no Brasil ocorrem 500 mil abortos clandestinos por ano e que em consequência disso, uma mulher morre a cada dois dias. O que caracterizaria o aborto como uma questão de saúde pública. Entretanto, não basta apenas pegarmos os números, é necessário estudá-los. Segundo o DataSus, em 2016 (último período registrado para análise), houveram 35 mortes decorrentes de aborto, dos quais 11 em decorrência de aborto espontâneo; 1 de aborto por questões médicas e legais; 15 outros tipos de aborto; e 8 em falhas na tentativas de aborto.

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Ou seja, quando olhamos os números sem analisar as causas que os originam corremos um grande risco de ter uma compreensão distorcida da realidade que nos cerca. 12 desses óbitos tiveram origem não relacionadas ao aborto praticado, e maioria (15) não há especificação sobre a causa destes.

Existe uma romantização da interrupção da gestação, disfarçando uma prática nefasta como um direito essencial e uma garantia de liberdade sexual para as mulheres. Não é a toa que é bem conveniente, que em constantes análises sobre como a saúde da mulher nesses casos, esqueçam – ou façam questão de não mencionar – as consequências psicológicas e emocionais para as mesmas mulheres que dizem defender.

Consequências emocionais e psicológicas do aborto

A Síndrome do Pós-Aborto

A SPA é uma condição de estresse traumático vivida por muitas mulheres depois de ter tido um aborto. No geral, tais mulheres encaram dificuldades de:

• Processar as emoções causadas por seu aborto
• Passar pelo processo de luto pela perda de seu bebê
• Estar em paz consigo mesma e com todos os envolvidos em sua decisão de abortar
• Aceitar o próprio valor como uma pessoa

Há quatro estágios que uma mulher experimenta depois de praticar um aborto.

• Alívio
Uma agradável sensação de liberdade que passou após as decisões difíceis e o doloroso problema desapareceu.

• Racionalização
Um exercício mental de explicações lógicas e justificativas para abortar.
“Não poderia ter sido uma boa mãe. É melhor que o bebê não tenha nascido. ”
“Talvez eu me senti mal em algum momento, mas agora eu estou bem.”
“É um procedimento médico legal; portanto, não é tão ruim. “

• Supressão
Esta é a fase onde os detalhes, as memórias dolorosas e emoções que cercam o aborto são bloqueadas. A mãe pode suprimir tanto o processo de dor, como pode até “esquecer” que o aborto foi realizado.

• Ressentimento
Ao ocultar ou reprimir a sua raiva contra si mesma e todos os envolvidos no aborto pode cair em depressão e amargura. Se não resolver a raiva, a sua relação com Deus e com os outros será seriamente afetada.

Diversos conflitos e sintomas externos podem ser evidenciados como resultado dos estágios acima, são eles:

• Raiva
• Quebra de relações interpessoais
•Ansiedade
• Distúrbios do sono e digestivo
• Amargura
• Hostilidade em relação a si mesma e aos outros
• Depressão
• Abuso de álcool ou drogas
• Desconfiança
• Problemas sexuais
• Medo
• Evita a questão do aborto
• Dor
• Aniversário síndrome por aborto
• Culpa
• Reviver a experiência do aborto
• Desesperança
• Aumenta o risco de suicídio
• Profundo arrependimento
• Você não pode se relacionar com crianças
• Falta de motivação
• Pensamentos distorcidos, preocupação
• Rejeição
• Paranoia
• Vergonha
• Choro incontrolável
• Reprime seus sentimentos
• Doenças psicossomáticas
• Trauma
• Pesadelos e flashbacks do aborto
• Baixa auto-estima
• Retirada e isolamento

Existem outros meios que poderíamos ser implantados de forma a evitar o assassinato de crianças inocentes. Estímulo à adoção, possibilidade de acompanhamento da gestante por um casal que queira se comprometer a zelar por sua saúde e do bebê até o seu nascimento, para adotá-lo logo em seguida. Falar abertamente sobre adoção nas igrejas e templos, de forma que a prática se torne comum no meio cristão. Falo um pouco mais sobre isso, nesse texto. A valorização da dignidade e humana, o direito à vida e o cuidado à pessoa vulnerável são princípios e doutrinas imutáveis no cristianismo. Vivemos em uma sociedade totalmente secularizada, no qual a inversão de valores tem causado danos morais catastróficos em nossa geração. O sexo é provavelmente o ídolo moderno mais venerado em nossos dias, de modo que as pessoas o tem buscado desenfreadamente como o único de meio de obter sentido às suas vidas. É o hedonismo moderno. Chamar um assassinato de prática libertadora, sexualmente falando, é apenas buscar mais uma alternativa para que a adoração ao ídolo se intensifique.
Como cristãos, precisamos tomar extremo cuidado com o relativismo e com os modos como dados são manipulados para contornar nossa cosmovisão, nos levando a concordar com um sistema moralmente falido e naturalmente oposto ao Senhor.

Animais como filhos, crianças como animais

Recentemente, ouvi um vídeo que minha esposa assistia no Facebook, no qual um casal apresentava a irmãzinha, para o integrante anterior da casa. Expressões como: “olha sua irmãzinha”, “não falamos que íamos trazer sua irmãzinha para casa?” são as que mais se repetem no decorrer do vídeo. Confesso que, ao ouvir tudo aquilo, até me emocionei e fui conferir a cena completa. Qual não foi o meu espanto ao ver que a irmã mais velha que recebia a mais nova membra da família, era uma cadela? Fiquei estarrecido com a situação, o que me trouxe de volta a uma situação que tenho comentado com frequência: quais os limites para uma interação saudável entre pessoas e animais de estimação?

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YouTubers, filhos e pais

Recentemente, o youtuber e influenciador digital Júlio Cocielo causou um verdadeiro frenesi após um tuíte no qual menciona o atacante Mbappé da França, como sendo promissor em cometer arrastões – claramente um comentário racista. Tentou em seguida se justificar dizendo que a comparação foi por conta da velocidade do atleta. Mas quando se fala em arrastão, a primeira imagem que vem à nossa mente é a de um assalto não há de uma pista de atletismo. Continuar lendo “YouTubers, filhos e pais”

A importância da Bíblia como única regra de fé

“Toda escritura divinamente inspirada é proveitosa para ensinar, para redarguir, para corrigir, para instruir em justiça” 2 Tm 3.16

Introdução

A Bíblia é a palavra de Deus, e como Ele não erra, não muda e nem tem sombra de variação, assim também é a sua Palavra. A verdade faz diferença, por essa razão, a Continuar lendo “A importância da Bíblia como única regra de fé”

Uma breve análise bíblica a respeito da sociedade e suas filosofias

ATUALIDADES
“Não ameis o mundo, nem o que no mundo há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele. Porque tudo o que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não é do Pai, mas do mundo. E o mundo passa, e a sua concupiscência; mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre.” 1 João 2:15-17
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