Morte e Estado Intermediário

A morte é um aspecto da vida humana tão intenso que gostando do assunto ou não, é a referência que temos quando falamos em certeza. Quem nunca usou a expressão “se existe uma certeza na vida, é a morte”, ou uma de suas variações e paráfrases, que atire a primeira pedra. Por ser um tema tão importante e alvo de algumas controvérsias, a morte possui um ramo da escatologia só para ela. Trata-se da Escatologia Individual.

Como o próprio nome sugere, a EI aborda o fim dos indivíduos, para onde cada um vai quando sua vida nessa terra se encerra. Ao passo que a Escatologia Cósmica/Universal trata do estudo do encerramento de todas as coisas quando falamos no sentido de criação. Nesse estudo então, estudaremos a morte, para onde vamos e as doutrinas mais populares sobre esses destinos, e principalmente, o que a bíblia diz a respeito.

1.A Morte

A primeira menção bíblica que temos da morte se dá momento em que Deus proíbe o homem de comer da árvore que se encontrava no centro do jardim (Gn 2:17). Com a desobediência de Adão toda a sua descendência, a partir de então, em pecado, passou as sofrer com a morte (Rm 5:12; 1 Co 15:21), uma vez que esta se tornou o pagamento para a desobediência dos seres humanos (Rm 6:23), encará-la é inevitável.

A questão mais frequente quando analisamos a queda de Adão e suas consequências, é porque pagamos o preço pelos erros do primeiro homem. Para entendermos como a morte entrou no mundo por conta de Adão, é preciso entender os termos da aliança com Deus no momento da criação. Deus estabeleceu com Adão uma aliança que envolvia, autoridade sobre a criação (Gn 1:26-30), serviço (Gn 2:5,15) e obediência (Gn 2:16-17). Tal aliança acompanharia todos os seus descendentes. É por essa razão que, temos capacidades intelectuais e morais que outros animais não possuem, e somos responsáveis por zelar pela criação do Senhor. Assim como a humanidade herdou aspectos positivos da primeira aliança, como a autoridade e domínio sobre os animais, por conta de ser eterna, herdou também as consequências da queda, sendo a maior delas, a morte.

  • A Realidade da Morte

Podemos dizer que dentro da teologia, há o reconhecimento da morte como algo a ser visto com atenção e preocupação quanto aos seus efeitos. A única exceção dentre os estudiosos são os adeptos da Ciência Cristã, que negam a existência e efeitos tanto da morte quanto das doenças, atribuindo à pseudociências como a homeopatia, por exemplo, um status mais elevado pois seriam revelações de Deus para a solução desses problemas. Entretanto, após negarem inicialmente, reconheceram que a fundadora do movimento, morreu.

Mesmo com o reconhecimento, ainda que a contragosto, da morte como sendo algo inevitável, somos relutantes em refletir sobre a morte. Não é à toa, que usamos em nosso dia-a-dia, expressões que busquem negar que as pessoas morrem, como “estará sempre vivo em nossos corações”, “suas ações o manterão vivo para todos que o conheceram”. Em um velório, por exemplo, é bem comum que nos aproximemos dos familiares e amigos do morto para prestarmos condolências, mas em seguida, nos afastamos do caixão. Atualmente, o que é feito pelos embalsamadores pode ser chamado de arte. Gastam-se pequenas fortunas para que o morto fique com o aspecto que possuía quando em vida. Não ensinamos às nossas crianças sobre a morte, falamos que os entes queridos que partem, estão descansando ou dormindo. Não há mais túmulos e sim parques memoriais. Mesmo na igreja, talvez só se fale sobre a morte durante a semana de Páscoa e em funerais. Muitas pessoas não fazem um testamento, algumas provavelmente por procrastinação, mas, outras, por pavor diante da ideia da morte (Millard Erickson, 2015).

A morte é uma das duras realidades da vida: nascemos, e no processo de crescimento, envelhecemos, e ao final, morremos. Negar a realidade da morte com eufemismos é tão eficaz quanto trocar os emojis de armas de fogo por pistolas de água na expectativa de que isso reduza a violência. Parece eficaz, e por um tempo, nos sentimos que de alguma forma, mudanças ocorrerão. Mas a realidade sempre bate à porta.

  • A Natureza da Morte

É possível trazer uma definição clara do que é a morte? É muito comum acreditarmos na morte apenas como sendo a cessação da vida no sentido biológico. Mas há mais. O próprio Jesus disse: Não temam os que matam o corpo, mas não podem matar a alma; pelo contrário, temam aquele que pode fazer perecer no inferno tanto a alma como o corpo (Mt 10:28). É importante ressaltar para o entendimento correto desse texto, que a pessoa com poder para perecer a alma no inferno não é uma referência a Satanás, mas a Deus. Ou seja, a obediência a Deus por levarem o evangelho, era mais importante que o temor aos homens.

Há variadas referências nas escrituras sagradas a respeito da separação entre corpo e espírito/alma, na qual o primeiro é formado pelo pó da terra, e o segundo, pelo fôlego de vida do Criador. “Então o Senhor Deus formou o homem do pó da terra e lhe soprou nas narinas o fôlego de vida, e o homem se tornou um ser vivente.” (Gn 2:7), “e o pó volte à terra, de onde veio, e o espírito volte a Deus, que o deu.” (Ec 12:7), no livro de Jó, Eliú faz um discurso interessante sobre a condição do homem: Se Deus pensasse apenas em si mesmo e fizesse para si o seu espírito e o seu corpo, toda a humanidade morreria ao mesmo, e o homem voltaria para o pó” (Jó 34:14). Com base nesses textos, e no que foi dito por Jesus, entendemos que diante da morte encaramos duas situações, e que a vida terrena consiste na união de nosso corpo material com a alma que nos foi dada pelo Senhor. Assim, podemos entender e definir a primeira morte como sendo a separação da alma do corpo, indo para outra realidade.

Uma vez que há a separação, a alma pode vir a encarar então a segunda morte, que é a morte espiritual. Quando Deus proíbe Adão de comer o fruto, alertando sobre a morte, era desse tipo de morte que Deus o havia prevenido. Os crentes em Jesus não experimentam essa morte, pois foram ressuscitados diante de Deus pelo Filho. Não é para menos que o João diga que bem-aventurados são os que passam pela primeira ressurreição e não encaram a segunda morte (Ap 20:6), uma vez que se trata um período interminável de castigo e separação da presença de Deus, sendo a consumação da perdição do indivíduo que estava morto no momento de sua morte física.

  • Os Efeitos da Morte

Para o incrédulo a morte é o fim da linha, não havendo possibilidade nenhuma de reconciliação com Deus após ela. Talvez seja esse o motivo do ser humano buscar com tamanho afinco meios para fugir dela. Fugir da morte não é uma questão de sobrevivência apenas física, mas também espiritual, pois ainda que o homem diga que não precisa de Deus, ou negue a existência do Criador, em sua alma, ou seja, o fôlego que recebeu do próprio Deus lhe dá consciência de que, ao morrer separado de sua origem, não haverá mais como contornar a situação. Para o não-crente, a morte é um inimigo implacável, feroz que além de inevitável, imbatível segundo suas forças. Diante de algo assim, somente um sentimento é possível. O medo. Medo do processo, do que o espera do outro lado, e medo de saber que por mais positivo que tenha sido o seu legado aqui na terra, de nada adiantará quando chegar ao destino futuro.

O comportamento do cristão é diferente. Por mais que ainda encare a morte física, a maldição de passar a eternidade separado de Deus não aflige mais ao crente na ação vicária de Jesus. “Minha ardente expectativa é que em nada serei envergonhado, com toda a ousadia, como sempre, também agora, Cristo será engrandecido no meu corpo, quer pela vida, quer pela morte, porque para mim o viver o Cristo, e o morrer é lucro” (Fp 1:20-23), “e, quando este corpo corruptível ser revestir de incorruptibilidade e o que é mortal se revestir de imortalidade, então se cumprirá a palavra que está escrita: “tragada foi a morte pela vitória” (1 Co 15:54), “Eu os remirei do poder do inferno e os resgatarei da morte. Onde está, ó morte, as suas pragas? Onde está, ó inferno, a sua destruição? Meus olhos estarão fechados para a compaixão” (Os 13:14). “Tragará a morte para sempre, e, assim, o Senhor Deus enxugará as lágrimas de todos os rostos, e tirará de toda a terra o vexame do seu povo, porque o Senhor falou” (Is 25:8). “Visto, pois, que os filhos têm participação comum de carne e sangue, também Jesus, igualmente, participou dessas coisas, para que, por sua morte, destruísse aquele que tem o poder da morte, a saber, o diabo” (Hb 2:14). Textos como esses, não servem somente para inspirar o crente a permanecer fiel, mas, principalmente, para afirmar quem detém todo o poder. A morte até pode ser um grande adversário para um incrédulo, mas para o crente, já está derrotado.

  1. O Estado Intermediário

Uma vez que entendemos que a morte é real e inevitável, a pergunta que fica, é: para onde vamos? A doutrina do Estado Intermediário, possui uma dificuldade para entendimento que é a quantidade de referências a ela na Bíblia. Morte e ressurreição espiritual são um tema constante, a promessa de salvação e vida eterna, idem. Entretanto, o que acontece após a morte e a Segunda Vinda de Jesus é encontrado em poucas citações. Essa escassez resulta em doutrinas especulativas, onde é usado o imaginário e outras referências externas, como a mitologia grega, por exemplo, para um desenvolvimento que siga uma lógica capaz de convencer seus adeptos.

  1. 1 O Sono da Alma

É a ideia de que a alma, durante o período entre a morte e a ressurreição, descansa em um estado de inconsciência (Millard Erickson, 2015). Essa ideia não é nova. No século 16, os anabatistas e os socinianos eram adeptos dessa concepção. Atualmente, os defensores dessa linha são os adventistas do sétimo dia e as testemunhas de Jeová. Vale frisar que, apesar dos adventistas usarem a expressão “sono da alma”, a crença deles está mais ligada uma extinção da alma, pois a pessoa deixa de existir como era em sua vida terrena.

Os defensores da ideia de um estado de descanso inconsciente, o fazem se prendendo a textos em que se referem à morte como sendo sono, ou descanso, como no caso da morte de Estevão (At 7:60), o comentário de Paulo sobre Davi (At 13:36), e os comentário de Jesus a respeito da filha de Jairo (Mt 9:24) e de Lázaro (Jo 11.11).Contudo, quando as Escrituras representa a morte como “sono”, trata-se somente de uma expressão metafórica usada para indicar que a morte é apenas temporária para os cristãos, do mesmo modo que o sono (Wayne Grudem, 2019). Os que sustentam a ideia de sono da alma afirmam que a pessoa é uma entidade unitária, sem componentes. Um ser humano não consiste de corpo e alma. Ao contrário, a pessoa, ou seja, o corpo, são uma única e mesma entidade (Millard Erickson, 2015). A doutrina do sono da alma é atraente por conta de sua simplicidade. Entretanto, há alguns problemas que precisam ser considerados nessa abordagem.

Mesmo que não haja referências excessivas sobre o estado intermediário, as existentes não dão suporte a crença do sono da alma. A principal delas, a parábola do Rico e Lázaro (Lc 16:19-31) nos fornece detalhes mais completos sobre a consciência das almas tanto em seu lugar de descanso quanto de sofrimento. Alguns argumentam que o objetivo da parábola em questão não era tratar sobre o estado intermediário e que por isso, ela não serve de referência. O problema com essa réplica é que mesmo não sendo o objetivo da ilustração, para negar seu conteúdo, precisaríamos recorrer à ideia de que Jesus mentiu ou inventou algo, o que não condiz com sua natureza, personalidade e ministério. Outra situação que põe a ideia de um sono inconsciente em dúvida, é a conversa de Jesus com o ladrão da cruz. Jesus não diz “você vai dormir e depois de algum tempo nos veremos”, não, o Senhor é bem claro em dizer que ainda naquele, se encontrariam no paraíso (Lc 23:43). A própria morte de Cristo não faria sentido sob essa perspectiva. Afinal, Jesus não teria ressuscitado, mas ainda estaria dormindo.

O outro problema dessa doutrina é a ideia de unitarismo. Afinal, se corpo e alma/espírito são um só. Toda a nossa identidade perde o significado, principalmente, quando pensamos na questão da ressurreição. O que seria ressuscitado, então? Como seria a questão daqueles que foram cremados? É um ponto que abre muitas questões que podem levar a respostas dúbias e compostas mais de achismos do que base nas escrituras.

2.2 O purgatório

A doutrina do purgatório é, talvez, a mais famosa relacionada ao Estado Intermediário. De crentes, sejam eles católicos ou protestantes, a incrédulos, há no imaginário coletivo a ideia de que haverá um lugar no qual os indivíduos pagarão por seus pecados veniais (perdoáveis), por indisponibilidade de fazê-lo ainda em vida. Ao contrário da ideia presente no sono da alma, na concepção do purgatório, a alma possui consciência e está plenamente ciente do juízo de Deus sobre ela.

A crença no purgatório funciona tendo como base o recebimento proporcional às ações na terra. Aqueles que morreram em impiedade, sem nenhum arrependimento por seus pecados são arremessados diretamente no inferno para sofrer as consequências e pagamento devidos pelos pecados. Por outro lado, aqueles que falecerem em estado de graça, ou seja, purificados de seus pecados mediante as penitências antes ou no momento da morte, vai imediatamente para o céu. O céu não visto como um lugar, contudo. Mas como um estado no qual a alma se encontra. Um estado de paz e descanso. Aqueles que morreram em estado de graça, mas ainda não estavam em uma posição de perfeição, vão para o purgatório, para serem purificados de seus pecados veniais. As três formas diferentes pelas quais se pode conseguir o perdão de tais pecados, são:

  • Perdão Incondicional da parte de Deus
  • Sofrimento ou realização de obras penitenciais
  • Contrição

Apesar de Deus conseguir perdoar qualquer pecado, Ele, em sua vontade escolhe não fazê-lo, para exigir contrição e obras como condições de perdão. Caso a alma que se encontra no purgatório não consiga cumprir plenamente os requisitos para alcançar sua elevação ao céu, as pessoas aqui na terra podem ajudar os indivíduos no purgatório indo à missa, fazendo suas orações e praticando boas obras. Esses três meios, quando praticados assiduamente, ajudam a reduzir o tempo do sofrimento e punição no purgatório. A crença no purgatório como sendo o estado intermediário foi ratificado no Concílio de Trento, em 1545-1563.

A referência que pode ter iniciado a doutrina do purgatório se encontra em 2 Macabeus 12:41-45, que diz:

“Bendisseram, pois, a mão do justo juiz, o Senhor, que faz aparecer as coisas ocultas, e puseram-se em oração, para implorar-lhe o perdão completo do pecado cometido. O nobre Judas falou à multidão, exortando-a a evitar qualquer transgressão, ao ver diante dos olhos o mal que havia sucedido aos que foram mortos por causa dos pecados. Em seguida, organizou uma coleta, enviando a Jerusalém cerca de dez mil dracmas para que se oferecesse um sacrifício pelos pecados. Belo e santo modo de agir, decorrente de sua crença na ressurreição! Pois, se ele não julgasse que os mortos ressuscitariam, teria sido vão e supérfluo rezar por eles. Mas, se ele acreditava que uma belíssima recompensa aguarda os que morrem piedosamente,”

Nessa citação fica claro que se aprova a oração pelos mortos e se faz um sacrifício a Deus para livrá-los do seu pecado, mas isso vai contra o ensino bem claro do Novo Testamento de que Cristo fez expiação por nós (Wayne Grudem, 2019). Os pontos principais de nossa rejeição ao conceito de purgatório são aqueles que distinguem o catolicismo e o protestantismo em geral. O texto principal usado como base está nos livros apócrifo, que os protestantes não aceitam como Escritura canônica. E a inferência de Mateus 12:32 é bastante forçada; o versículo de forma nenhuma indica que alguns pecados são perdoados na vida por vir (Millard Erickson, 2015). Esse talvez seja o problema mais sério com a doutrina do purgatório, ensinar que precisamos fazer algo para complementar a obra redentora de Cristo, pois, por essa ótica, o sacrifício de Jesus não foi o suficiente. Todavia, isso é totalmente contrário ao que diz as escrituras (Gl 3:1-14; Ef 2:8,9). O fato é que, há uma atração em doutrinas como purgatório, pois a salvação pela graça, sem contribuição efetiva do ser humano é realmente, algo complicado de se aceitar.

  1. A solução para o problema

Conforme vimos anteriormente, a morte é separação entre o corpo e a alma, sendo possível que essa separação ocorra de forma natural ou violenta. Há possibilidade de resolvermos a questão do Estado Intermediário de forma a considerar o que a Bíblia diz? A proposta de resolução envolve uma busca e interpretação coerente dos poucos textos que tratam desse assunto.

Uma importante definição que se faz necessária, é a diferenciação entre Hades e Geena. O primeiro, é o destino dos ímpios entre o período da morte e da ressurreição, ao passo que o segundo, se refere ao tormento eterno, após o juízo final. Enquanto no Hades a alma está separada do corpo, por ocasião da primeira morte, no Geena, tanto o corpo quanto a alma serão lançados para queimar no fogo eterno (Mc 9:43-48; Mt 10:28). Ou seja, quando o ímpio morre, sua alma é separada do corpo e sofre enquanto aguarda a conclusão de todas as coisas e após a ressurreição, é unida novamente ao corpo para enfrentarem o sofrimento eterno.

Em contrapartida, não há indícios de que os crentes em Jesus Cristo ao morrerem vão para o Hades (Mt 16:18,19; At 2:31; Sl 16:10). Em vez disso, o que há, é a afirmativa de que as almas dos justos são recebidas no Paraíso (Lc 16:19-31; 23:43). Paulo, inclusive, compara a morte do corpo com estar presente com Senhor (2 Co 5:1-10; Fp 1.19-26). Assim, entendemos que, quando morrem em Jesus, os cristãos são recebidos, suas almas pelo menos, em um bom lugar enquanto aguardam a ressurreição do corpo para glorificação.

Conclusão

Mesmo não possuindo uma quantidade absurda de referências bíblicas referentes ao estado intermediário, não podemos nos deixar levar por doutrinas que buscam explicações mais confortáveis aos nossos ouvidos, pois, por não passarem de sofismas, comprometem nosso relacionamento com Deus, e consequentemente, nossa espiritualidade. Por mais escassas que as referências possam parecer, ainda assim, são suficientes tanto para nos dar um panorama do por vir, quanto fornecer a segurança necessária para uma vida de fé e esperança no Senhor e em seus desígnios.

Referências Bibliográficas

Erickson, Millard. Teologia Sistemática. 1ª ed. São Paulo: Vida Nova, 2015.

Grudem, Wayne. Teologia Sistemática ao Alcance de Todos. 1ª ed. Rio de Janeiro: Thomas Nelson, 2019.

McGrath, Allister. Teologia Sistemática, Histórica e Filosófica. 1ª ed. São Paulo: Shedd, 2005

Celso Amaral

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